Alem cismam dois noivos,
Fitando ao longe a curva azul do céu
Cuns olhos muito tristes, como goivos
Á flôr duma ilusão que já morreu...
Quem pode advinhar
As coisas em que cismam, que misterio?
—Pensam na nostalgia do luar,
Beijocando os rosáis do cemiterio...
Ouvide:—Ela, a sorrir,
Pergunta com brandura:
«Quem primeiro de nós irá dormir
Naquela sepultura?...»