A brisa vaga no prado,
Perfume nem voz não tem;
Quem canta é o ramo agitado,
O aroma é da flor que vem.
A mim, tornem-me essas flores
Que uma a uma eu vi murchar,
Restituam-me os verdores
Aos ramos que eu vi seccar...
E em torrentes de harmonia
Minha alma se exhalará,
Ésta alma que muda e fria
Nem sabe se existe ja.