Vou cantar novos casos dolorosos...
E navegar n'outro épico Oceano,
Novas vellas soltar!—O ouvido humano,
Que se preste a meus cantos vigorosos!
Por que eu fulminarei os crapulosos,
O fanatico, o Escriba, o Publicano,
E arrastarei á luz—como um tyranno,
O santo d'olhos doces e amorosos.
E, por tanto, homens cheios de vaidades!...
Preparai-vos a ouvir rubras verdades
Que vos hão de queimar como carvões...
E se não receaes ver morto o Erro,
—Vinde á janella a ver o grande Enterro...
E o desfilar das lividas visões!