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PoetósferaLa BibliotecaManuel Maria Barbosa du Bocage

Manuel Maria Barbosa du Bocage · Romanticismo

+Soneto VIII.+

portugués

Não mais, ó Tejo meu, formoso, e brando,
Á márgem, fértil de gentis verdores,
Terás d'alta Ulysséa hum dos Cantores,

Rindo não mais verá, não mais brincando
Por entre as Nynfas, e por entre as Flores
O Côro divinal dos nús Amores,
Dos Zéfyros azues o affavel Bando.

Co'a fronte já sem myrto, e já sem loiro,
O arrebata de rôjo a mão da Sórte
Ao Clima salutar, e á márgem de oiro.

Ei-lo em Fragas de horror, sem luz, sem nórte;
Sôa daqui, dalli piado Agoiro:
Sois vós, Desterro etérno, Ermos da Mórte!

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Por su autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage · 71 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

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Expediente

Autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Título
+Soneto VIII.+
Lengua
portugués
Época
Romanticismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-soneto-viii--manuel-maria-barbosa-du-boca-a7d6a5
Cita recomendada
Manuel Maria Barbosa du Bocage, «+Soneto VIII.+», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-soneto-viii--manuel-maria-barbosa-du-boca-a7d6a5.html

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