CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  

PoetósferaLa BibliotecaManuel Maria Barbosa du Bocage

Manuel Maria Barbosa du Bocage · Romanticismo

+Soneto VI.+

portugués

Dura Filosofia audaz forceja
Por dar-me essencia nova ao pensamento;
De bronze diz que forre o soffrimento,
E em brazas, como em flores, manso esteja:

Diz, que, ó Leis de Zenôn , por vós me reja;
Que sabe do alto Systema alto Portento:
«Os orgãos vivem, morre o sentimento,
«E mudo, e frio, o coração caleja.»

Mas ah! Mais sabio que Zenôn o Eterno,
Fonte ás lágrimds deo, deo fonte ao riso:
Co'a Lei das sensações meu ser govérno.

Se eu folgasse entre o mal que em mim diviso,
Na mente ousára unir o horror do Inférno
Aos Sóes, de que se esmalta o Paraiso.

Sigue explorando

Por su autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage · 71 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← +Soneto V.++Soneto VII.+ →

Expediente

Autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Título
+Soneto VI.+
Lengua
portugués
Época
Romanticismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-soneto-vi--manuel-maria-barbosa-du-boca-809f68
Cita recomendada
Manuel Maria Barbosa du Bocage, «+Soneto VI.+», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-soneto-vi--manuel-maria-barbosa-du-boca-809f68.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.