CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  

PoetósferaLa BibliotecaManuel Maria Barbosa du Bocage

Manuel Maria Barbosa du Bocage · Romanticismo

+Soneto II.+

portugués

Se o Grande, o que nos Orbes diamantinos
Tem curvos a seus pés dos Reis os Fados,
Novamente me dér ver amimados
De modésta Ventura os meus Destinos;

Se acordarem na Lyra os sons Divinos,
Que dórmem (já da Gloria não lembrados)
Ao Côro ethéreo, candidos, e alados,
Honrar com Elle hum Deos ireis, meus hynos.

Mas, da humana Carreira inda no meio,
Se a débil flor vital sentir murchada
Por Lei que envôlta na existencia veio;

Co'a mente pelos Ceos toda espraiada,
Direi, de Eternidade ufano, e cheio:
«A Deos, ó Mundo! ó Natureza! ó Nada!»

Sigue explorando

Por su autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage · 71 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← +Soneto.++Soneto III.+ →

Expediente

Autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Título
+Soneto II.+
Lengua
portugués
Época
Romanticismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-soneto-ii--manuel-maria-barbosa-du-boca-aee621
Cita recomendada
Manuel Maria Barbosa du Bocage, «+Soneto II.+», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-soneto-ii--manuel-maria-barbosa-du-boca-aee621.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.