N’essas margens risonhas do Tejo
Não ha som que não cante de amor;
Em suas ondas azues o lampejo
Das estrêllas, no albor, se espelhou.
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Almeida Garrett · Romanticismo
portugués
N’essas margens risonhas do Tejo
Não ha som que não cante de amor;
Em suas ondas azues o lampejo
Das estrêllas, no albor, se espelhou.
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