Pobre flôr, que se estiola
Na vertente da montanha,
Ninguem aqui te consola
Fria sombra te acompanha.
Commoção que te desola!
Uma peçonhenta aranha
Sobre a nitida corolla
A sua rede emmaranha!
Quem te lançou no degredo
D'este acerbo pavimento
Para te olvidar tão cêdo?
—A meus paes fugi mesquinha
Fugi nas azas do vento
Triste sorte foi a minha!...