A ti, ó boa e rara e fiel amiga,
A mais sancta e a melhor das companheiras,
A ti, ó flôr mimosa e alma antiga,
—Doce Premio que ris ao meu cançaço—
A ti, ó meu Conselho, estas ligeiras
Folhas que ponho a medo em teu regaço.
Poetósfera › La Biblioteca › António Cândido Gonçalves Crespo
António Cândido Gonçalves Crespo · Modernismo
portugués
A ti, ó boa e rara e fiel amiga,
A mais sancta e a melhor das companheiras,
A ti, ó flôr mimosa e alma antiga,
—Doce Premio que ris ao meu cançaço—
A ti, ó meu Conselho, estas ligeiras
Folhas que ponho a medo em teu regaço.
← A leitura dos LusiadasA morte de D. Quichote — Ao Conde de Sabugosa →
ws-pt-a-minha-mulher-maria-amalia-vaz-de-carvalho--antonio-candido-goncalves-cr-03eab7Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.