CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  

PoetósferaLa BibliotecaPedro Kilkerry

Pedro Kilkerry · Modernismo

O Verme e a Estrela

portugués

Agora sabes que sou verme.
Agora, sei da tua luz,
Se não notei minha epiderme...
É, nunca estrela eu te supus
Mas, se cantar pudesse um verme,
Eu cantaria a tua luz!

E eras assim... Por que não deste
Um raio, brando, ao teu viver?
Não te lembrava. Azul-celeste
O céu, talvez, não pôde ser...
Mas, ora! Enfim, por que não deste
Somente um raio ao teu viver?

Olho, examino-me a epiderme,
Olho e não vejo a tua luz!
Vamos que sou, talvez, um verme...
Estrela nunca eu te supus!
Olho, examino-me a epiderme...
Ceguei! Ceguei da tua luz?

Sigue explorando

Por su autor
Pedro Kilkerry · 24 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← O MuroRitmo Eterno →

Expediente

Autor
Pedro Kilkerry
Título
O Verme e a Estrela
Lengua
portugués
Época
Modernismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-o-verme-e-a-estrela--pedro-kilkerry-199020
Cita recomendada
Pedro Kilkerry, «O Verme e a Estrela», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-o-verme-e-a-estrela--pedro-kilkerry-199020.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.