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Pedro II do Brasil · Modernismo

Sonetos do Exilio — 7

portugués

Espavorida agita-se a criança,

De nocturnos phantasmas com receio,

Mas si abrigo lhe dá materno seio,

Fecha os doridos olhos e descança.

Perdida é para mim toda a esperança

De volver ao Brasil ; de lá me veio

Um pugillo de terra : e nesta creio

Brando será meu somno e sem tardança...

Qual o infante a dormir em peito amigo,

Tristes sombras varrendo da memoria,

O’ doce Patria, sonharei comtigo !

E entre visões de paz, de luz, de gloria,

Sereno aguardarei no meu jazigo

A justiça de Deus na voz da historia !

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Por su autor
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Dónde vive
La Biblioteca

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Expediente

Autor
Pedro II do Brasil
Título
Sonetos do Exilio — 7
Lengua
portugués
Época
Modernismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-sonetos-do-exilio-7--pedro-ii-do-brasil-1ca770
Cita recomendada
Pedro II do Brasil, «Sonetos do Exilio — 7», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-sonetos-do-exilio-7--pedro-ii-do-brasil-1ca770.html

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