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Pedro II do Brasil · Modernismo

Sonetos do Exilio — 6

portugués

Deus, que os orbes regulas esplendentes

Em numero e medida ponderados,

Nelles abrigo dás aos desterrados,

Que se vão suspirosos e plangentes.

Assim, dos céos ás vastidões silentes.

Ergo os meus pobres olhos fatigados.

Indagando em que mundos apartados

Lenitivo á saudade nos consentes.

Breve, Senhor, do carcere d’argilla

Hei de evolar-me, murmurando ancioso

Timida prece : digna-te d’ouvil-a.

Põe-me ao pé do Cruzeiro majestoso,

Que no antarctico céo vivo scintilla,

Fitando sempre o meu Brasil saudoso!

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Por su autor
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Dónde vive
La Biblioteca

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Expediente

Autor
Pedro II do Brasil
Título
Sonetos do Exilio — 6
Lengua
portugués
Época
Modernismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-sonetos-do-exilio-6--pedro-ii-do-brasil-a07374
Cita recomendada
Pedro II do Brasil, «Sonetos do Exilio — 6», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-sonetos-do-exilio-6--pedro-ii-do-brasil-a07374.html

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