CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  

PoetósferaLa BibliotecaManuel Maria Barbosa du Bocage

Manuel Maria Barbosa du Bocage · Romanticismo

Com que magua o não digo! Eu nem te vejo

portugués

Com que mágoa o não digo! Eu nem te vejo,
Meu caralho infeliz! Tu, que algum dia
Na gaiteira amorosa filistria
Foste o regalo do meu pátrio Tejo!

Sem te importar o feminino pejo,
Traz a mimosa virgem, que fugia,
Ficando à terna, afadigada Armia,
Lhe pespegavas no coninho um beijo:

Hoje, canal de fétida remela,
O misantropo do país das bimbas,
Apenas olhas cândida donzela!

Deitado dos colhões sobre as tarimbas,
Só co'a memória em feminil canela
Às vezes pívia casual cachimbas.

Sigue explorando

Por su autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage · 39 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← Chorosos versos meus desentoadosConvite a Marília →

Expediente

Autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Título
Com que magua o não digo! Eu nem te vejo
Lengua
portugués
Época
Romanticismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-com-que-magua-o-nao-digo-eu-nem-te-vejo--manuel-maria-barbosa-du-boca-a21de3
Cita recomendada
Manuel Maria Barbosa du Bocage, «Com que magua o não digo! Eu nem te vejo», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-com-que-magua-o-nao-digo-eu-nem-te-vejo--manuel-maria-barbosa-du-boca-a21de3.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.