E de novo ao sahir d'esta angustia demente,
Sinto bem que tu és, para toda a amargura,
A Euthanásia serena, em cujo olhar clemente
Arde a chamma em que toda a escoria se depura.
É pela tua mão, feito um rasgão na treva,
Que a alma se liberta e, d'esplendor vestida,
— Borboleta celeste, ebria de Deus — se eleva
Para a Luz immortal, Luz do Amor, Luz da Vida!