CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  

PoetósferaLa BibliotecaAlphonsus de Guimaraens

Alphonsus de Guimaraens · Vanguardias / s. XX

Sempre vivi com a morte dentro da alma

portugués

Sempre vivi com a morte dentro da alma,
Sempre tacteei nas trevas de um jazigo.
A sombra que me envolve é eterna e calma,
E sigo sem saber quem vai comigo.

O fantasma que o coração me ensalma
Não me ouve mais as orações que digo.
Não existe no solo uma só palma
Pela alameda olímpica que sigo...

Vós que ao meu lado viestes, visionários
Da esperança! fi castes no caminho,
Envolvidos nas dobras dos sudários...

Que seria de mim, se eu não tivesse
O calor subalar do teu carinho,
Ó minha ânsia, ó meu sonho, ó minha prece!

Sigue explorando

Por su autor
Alphonsus de Guimaraens · 21 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← Rosas que já vos fostes, desfolhadasTerceira dor →

Expediente

Autor
Alphonsus de Guimaraens
Título
Sempre vivi com a morte dentro da alma
Lengua
portugués
Época
Vanguardias / s. XX
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-sempre-vivi-com-a-morte-dentro-da-alma--alphonsus-de-guimaraens-f263ed
Cita recomendada
Alphonsus de Guimaraens, «Sempre vivi com a morte dentro da alma», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-sempre-vivi-com-a-morte-dentro-da-alma--alphonsus-de-guimaraens-f263ed.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.