CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  

PoetósferaLa BibliotecaPedro II do Brasil

Pedro II do Brasil · Modernismo

Sempre o Brasil

portugués

Nunca noite dormi tão sossegado,
Quem nem mesmo sonhei com o meu Brasil,
Porém, vendo infinito mar d'anil,
Lembra-me a aurora dele nacarada.

Cada dia que passa não é nada,
E os que faltam parecem mais de mil.
Se o tempo que lá vivo é um ceitil,
Aqui é para mim grande massada.

E a doença porém me consentir,
Sempre pensando nele, cuidarei
De tornar-me mais digno de o servir,

E, quando possa, logo voltarei;
Pois na terra só quero eu existir
Quando é para bem dele que eu o sei.

Sigue explorando

Por su autor
Pedro II do Brasil · 8 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← Pode o artista pintar a imagem mortaSonetos do Exilio — 1 →

Expediente

Autor
Pedro II do Brasil
Título
Sempre o Brasil
Lengua
portugués
Época
Modernismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-sempre-o-brasil--pedro-ii-do-brasil-6fc3b3
Cita recomendada
Pedro II do Brasil, «Sempre o Brasil», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-sempre-o-brasil--pedro-ii-do-brasil-6fc3b3.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.