“Mieux qu’aucun maitre inscrit au livre de maitrise,
Qu’il ait nom Ruiz, Arphée, Ximenez Bécerril,
J’ai serti le rubis, la perle et le béryl,
Tordu l’anse d’un vase, et martelé sa frise...”
“Findava o mez de maio envolto em preces
O doce mez das Orações formosas...
Iam com ele as encantadas mésses
Dos perfumes, dos sonhos e das rosas...”
“Um dia... (eu era menina)
Trouxeram-me um passarinho:
Era uma ave pequenina,
Roubada ao calor do ninho...”
“Ella passou por mim toda de preto,
Pela mão conduzindo uma creança...
E eu cuidei ver ali uma esperança
E uma saudade em pallido dueto.
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“Onde fica, Senhor, a terra a que nos levas,
Com as mãos postas no seio e os dois olhos sem luz!”
“Ajoelhada, ó minh’alma, abraçando o madeiro,
Em que morreu Jesus, o teu celeste amigo!
A seus pés acharás o pouso derradeiro,
O derradeiro amparo, o derradeiro abrigo!
Ajoelha e soluça, implorando a alegria
Que a saudade sem fim do coração te arranca,
E a graça de viver, como a Virgem Maria,
Eternamente pura, eternamente branca...”
“Teu nome santo, o’ Maria!
Tem a doçura innocente
De uma caricia macia,
De uma cuimera dolente...
Do céo teu nome nos desce,
N’uma harmonia divina,
Como um cicio de prece
Nos labios de uma menina...”
“Amado Senhor,
Meu doce Jesus,
Que morres de amor,
Suspenso da Cruz!
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