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PoetósferaLa BibliotecaJoão de Meneses, capitão de Arzila e Azamor

João de Meneses, capitão de Arzila e Azamor · Renacimiento

Poys minha triste ventura

portugués

Poys minha triste ventura,
nem meu mal nam faz mudança;
quem me vyr ter esperança,
cuyde que e de mais tristura.

E poys vejo que em morrer
levaeys groria nom pequena,
antes nam quero vyver
que vyvedes vos em pena.
quero triste sepultura,
quero fym sem mais tardança,
poys nunca tyve esperança,
que nam fosse de trestura.

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Por su autor
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Dónde vive
La Biblioteca

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Expediente

Autor
João de Meneses, capitão de Arzila e Azamor
Título
Poys minha triste ventura
Lengua
portugués
Época
Renacimiento
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-poys-minha-triste-ventura--joao-de-meneses-capitao-de-a-2844df
Cita recomendada
João de Meneses, capitão de Arzila e Azamor, «Poys minha triste ventura», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-poys-minha-triste-ventura--joao-de-meneses-capitao-de-a-2844df.html

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