I
Queixosa a jurity na balsa arrula,
Com ella geme o sabiá saüdoso,
Assim modûla suspirosa flauta,
Assim chama a viüva pelo espôso
Qu’inda tão joven lhe caiu dos braços.
II
III
— Fadem os Deuses pouso ao peregrino,
Liberdade ao escravo, amôr á virgem,
E tardes, como esta, ao triste Bardo!
IV
Quiçá longe de urdir sangrentas tramas
De inhospito rochedo em negra cova
Responde agora o anjo do infortunio,
Inimigo dos homens. Tarde ou nunca
De um dormir lethargico desperte!
Vela, genio do bem, vela em seu somno!