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Manuel Maria Barbosa du Bocage · Romanticismo

Ora deixe-me, então... faz-se creança?

portugués

"Ora deixe-me, então... faz-se criança?
Olhe que eu grito, pela mãe chamando!"
Pois grite (então lhe digo, amarrotando
Saiote, que em baixá-lo irada cansa):

Na quente luta lhe desgrenho a trança
A anágua lhe levanto, e fumegando,
As estreitadas bimbas separando
Lhe arrimo o caralhão, que não se amansa:

Tanto a ser gíria, não gritava a bela:
Que a cada grito se escorvava a porra,
Fazendo-lhe do cu saltante pela!

— Há de pagar-me as mangações de borra,
Basta de cono, ponha o sesso à vela,
Que nele ir quero visitar Gomorra.

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Por su autor
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Dónde vive
La Biblioteca

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Expediente

Autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Título
Ora deixe-me, então... faz-se creança?
Lengua
portugués
Época
Romanticismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-ora-deixe-me-entao-faz-se-creanca--manuel-maria-barbosa-du-boca-d6f8a9
Cita recomendada
Manuel Maria Barbosa du Bocage, «Ora deixe-me, então... faz-se creança?», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-ora-deixe-me-entao-faz-se-creanca--manuel-maria-barbosa-du-boca-d6f8a9.html

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