Furtivo beijo timido da virgem
Co’a mente erma de amores,
O brilhante matiz que a borboleta
Deixa nas azas ver por entre as flores,
O mystico clarão frouxo da estrella
Que no céo se esvaece,
O hynmo melancolico da pomba
Que os bosques enternece,
E da quebrada vaga os sons pausados
Nos rochedos magoados,
E de lyra romantica e divina,
Os mais aereos sons, são menos doces
Que o nome de Ocarlina.