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Machado de Assis · Modernismo

Naquele eterno azul, onde Coema

portugués

Naquele eterno azul, onde Coema,
Onde Lindóia, sem temor dos anos,
Erguem os olhos plácidos e ufanos,
Também os ergue a límpida Iracema.

Elas foram, nas águas do poema,
Cantadas pela voz de americanos,
Mostrar às gentes de outros oceanos
Jóias do nosso rútilo diadema.

E, quando a magna voz inda afinavas
Foges-nos, como se a chamar sentiras
A voz da glória pura que esperavas.

O cantor do Uruguai e o dos Timbiras
Esperavam por ti, tu lhe faltavas
Para o concerto das eternas liras.

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Dónde vive
La Biblioteca

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Autor
Machado de Assis
Título
Naquele eterno azul, onde Coema
Lengua
portugués
Época
Modernismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-naquele-eterno-azul-onde-coema--machado-de-assis-ceb88f
Cita recomendada
Machado de Assis, «Naquele eterno azul, onde Coema», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-naquele-eterno-azul-onde-coema--machado-de-assis-ceb88f.html

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