CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  

PoetósferaLa BibliotecaManuel Maria Barbosa du Bocage

Manuel Maria Barbosa du Bocage · Romanticismo

Levanta Alzira os olhos pudibunda

portugués

Levanta Alzira os olhos pudibunda
Para ver onde a mão lhe conduzia;
Vendo que nela a porra lhe metia
Fez-se mais do que o nácar rubicunda:

Toco o pentelho seu, toco a rotunda
Lisa bimba, onde Amor seu trono erguia;
Entretanto em desejos ardia,
Brando licor o pássaro lhe inunda:

C'o dedo a greta sua lhe coçava;
Ela, maquinalmente a mão movendo,
Docemente o caralho embalava:

"mais depressa" — lhe digo então morrendo,
Enquanto ela sinais do mesmo dava;
Mística pívia assim fomos comendo.

Sigue explorando

Por su autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage · 39 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← Incultas produções da mocidadeMagro, de olhos azues, carão moreno →

Expediente

Autor
Manuel Maria Barbosa du Bocage
Título
Levanta Alzira os olhos pudibunda
Lengua
portugués
Época
Romanticismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-levanta-alzira-os-olhos-pudibunda--manuel-maria-barbosa-du-boca-59bbdc
Cita recomendada
Manuel Maria Barbosa du Bocage, «Levanta Alzira os olhos pudibunda», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-levanta-alzira-os-olhos-pudibunda--manuel-maria-barbosa-du-boca-59bbdc.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.