CADA PIEZA VIVE EN UNA DIRECCIÓN · NADA VIVE EN UNA SOLA SALA  

PoetósferaLa BibliotecaPedro Kilkerry

Pedro Kilkerry · Modernismo

Floresta Morta

portugués

Por que, à luz de um sol de primavera
Urna floresta morta? Um passarinho
Cruzou, fugindo-a, o seio que lhe dera
Abrigo e pouso e que lhe guarda o ninho.

Nem vale, agora, a mesma vida, que era
Como a doçura quente de um carinho,
E onde flores abriram, vai a fera
— Vidrado o olhar — lá vai pelo caminho.

Ah! quanto dói o vê-la, aqui, Setembro,
Inda banhada pela mesma vida!
Floresta morta a mesma cousa lembro;

Sob outro céu assim, que pouco importa,
Abrigo á fera, mas, da ave fugida,
Há no meu peito urna floresta morta.

Sigue explorando

Por su autor
Pedro Kilkerry · 24 piezas más en la casa
Dónde vive
La Biblioteca

← EvoéHarpa Esquisita →

Expediente

Autor
Pedro Kilkerry
Título
Floresta Morta
Lengua
portugués
Época
Modernismo
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-floresta-morta--pedro-kilkerry-111453
Cita recomendada
Pedro Kilkerry, «Floresta Morta», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-floresta-morta--pedro-kilkerry-111453.html

Las obras de dominio público se reproducen íntegras, con atribución y en la ortografía de su impreso. ¿Ves una errata o conoces una fuente mejor? Escríbenos desde Sobre la casa.