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Tomás Pinto Brandão · Ilustración

Chegando à Cajáíba, vi Antonica

portugués

Chegando à Cajáíba, vi Antonica,
e indo-lhe apolegar, disse-me caca,
gritou Tomás em tono de matraca
Bu bu pela mulher, que foge à pica.

Eu, disse ela, não sou mulher de crica,
que assomo como rato na buraca,
quem me lograr há de ter boa ataca,
que corresponda ao vaso, que fornica.

Nunca me fez mister dizer,quem merca,
porque a minha beleza é mar que surca
alto baixel, que traz cutelo, e forca.

E pois você tem feito, com que perca,
diga essas confianças à sua urca,
que eu sei, que em cima de urca é puta porca.

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Por su autor
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Dónde vive
La Biblioteca

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Expediente

Autor
Tomás Pinto Brandão
Título
Chegando à Cajáíba, vi Antonica
Lengua
portugués
Época
Ilustración
Sala
La Biblioteca
Identificador
ws-pt-chegando-a-cajaiba-vi-antonica--tomas-pinto-brandao-6f24cb
Cita recomendada
Tomás Pinto Brandão, «Chegando à Cajáíba, vi Antonica», Poetósfera, poetosfera.com/p/ws-pt-chegando-a-cajaiba-vi-antonica--tomas-pinto-brandao-6f24cb.html

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